quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Blog Internacional


 Duas semanas sem postar nada. Que feio. Mas(em minha defesa - como sempre diz a Miley) semana passada foi corrida por causa do ENEM.  E eu realmente andei pensando se vou manter ou não este blog. Inicialmente a ideia era colocar algumas coisas que acontecem comigo, mas seu tornou um blog um tanto interessante (se achando já). A causa desta duvida é a falta de comentários, será que as pessoas estão realmente gostando? Ou simplesmente são atraídas ao meu blog com o efeito vaga-lume. 


Amanhã completa dois meses de criação do Blog e já tornou-se mundialmente conhecido (risos). Não é brincadeira. (mais risos) Usuários da Alemanha, Rússia e Estados Unidos e Portugal visitam meu blog constantemente. Contando com uma incrível marca de mais de 500 visualizações e procura pelo site apenas nos primeiros meses: http://mxmarcelo.com/. E a projeção é dobra este numero no próximo mês.



sábado, 15 de outubro de 2011

Felizense com decepção amorosa?


Você já teve uma decepção amorosa? Se sim, bem vindo ao mundo dos vivos(ou seria dos cornos?) Se não, você mora numa caverna? Mas a questão é: Você procuraria um conselheiro(a) amoroso? Bom, uma felizense consultou! E um bem famoso Luciano Potter.


Navegando na net pesquisando sobre Feliz/RS me deparo com esta imagem ao lado. Ué, não lembro de ter visto isso na Feliz, quem sabe aconteceu no Juventos?  Pois bem a curiosidade matou o gato e eu cliquei. Fui direcionado para o site Pelego do Potter. Radialista da Atlântida e integrante do Pretinho Básico.



Nome: S.S.
Cidade: Feliz
Estado: RS
Data: Sexta-feira, 03/07/2009 às 12h58min
Potter me explica uma coisa, tive dois namorados até hoje e terminei com eles pq n estava dando certo e eu n era mais feliz com eles,até ai tudo bem! o problema que eu enfreitei com meu segundo namo era pq eu n era mais virgem..agora com o 3º(se houver) vai ser a mesma coisa?eu n fico lembrando do passado de homem e acho que quem vive de passado é museu! o que tu acha disso? todos homens são assim? pq eu n saio por ai oferencendo só fiz com meus namorados. Adoro vc!


Resposta do Potter:
Vamos acompanhar a cabeça do teu terceiro homem que sabe que tu já namorou com 2 antes dele: é um imbecíl. Larga agora. Já. Só ele pra acreditar que uma mulher com dois ex-namorados seja virgem. E desde quando falta de virgindade é problema? Ou seja: com a Juliana Paes ele não dorme… ela não é mais virgem… Hunf.


Pra quem não entendeu. O Potter é um conselheiro amoroso em sua página na Atlântida, mas isso não vem ao caso. A pergunta é: Quem era essa S.S de Feliz? Você sabe quem é? Alguma sugestão? Comente!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Tente Resistir

HAHAHAAHA

Bocejou? Clique aqui


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Bocejo

Matéria HSW (como as coisas funcionam)


Na próxima vez em que estiver em uma reunião, no colégio ou com os amigos, tente fazer esta experiência: dê um belo bocejo, cubra sua boca só por educação e veja quantas pessoas bocejam também. Há uma boa chance de que você vá disparar uma reação em cadeia. Antes de terminar de ler este artigo, é provável que boceje ao menos uma vez. Não entenda mal, não estamos tentando lhe deixar entediado, mas simplesmente ler sobre o bocejo vai fazer você bocejar, da mesma maneira que ver ou ouvir alguém bocejar.


Fatos interessantes sobre o bocejo

  • O bocejo dura, em média, seis segundos
  • Os batimentos do coração podem se elevar em até 30% durante um bocejo.
  • 55% das pessoas bocejam até cinco minutos depois de terem visto alguém bocejar.
  • Cegos bocejam mais após ouvirem alguém bocejando.
  • Ler sobre o bocejo faz você bocejar.
  • Atletas olímpicos normalmente bocejam antes de uma competição.
O que há por trás dessa misteriosa epidemia de bocejos? Primeiro, vamos ver o que é o bocejo. Trata-se de uma ação involuntária que nos faz abrir bem as nossas bocas e respirar fundo. Sabemos que é involuntário porque o fazemos mesmo antes de termos nascido: algumas pesquisas mostraram que fetos de 11 semanas bocejam.

Há muitas partes do corpo que participam do bocejo. Primeiro, sua boca abre e o queixo cai, permitindo que você inale a maior quantidade possível de ar. Ao inspirar, o ar enche seus pulmões, seus músculos abdominais flexionam e seu diafragma é empurrado para baixo. O ar que respira faz seus pulmõesse expandirem ao máximo, e depois uma parte deste ar é expelida para fora do seu corpo.
Embora o dicionário nos diga que o bocejo é causado pela fadiga, sonolência ou tédio, os cientistas estão descobrindo que há mais por trás do bocejo do que imaginamos. Não se sabe muito sobre o motivo de bocejarmos ou se ele serve para algo de útil, e também não foram feitas muitas pesquisas sobre o assunto. Mas há muitas teorias. Veja abaixo as três mais comuns. 
  • Teoria física - nossos corpos induzem o bocejo para obter mais oxigênio e retirar um acúmulo de dióxido de carbono. Esta teoria ajuda a explicar o motivo de bocejarmos quando estamos em grupos. Grupos grandes de pessoas produzem mais dióxido de carbono, o que significa que nossos corpos criam o bocejo para conseguir mais oxigênio e se livrar do excesso de dióxido de carbono. No entanto, se nossos corpos nos fazem bocejar para obter o oxigênio de que precisamos, por que não bocejamos durante os exercícios? Robert Provine, um psicólogo daUniversidade de Maryland, no Condado de Baltimore (em inglês), e um dos maiores especialistas em bocejo, testou esta teoria. Dar oxigênio a pessoas e diminuir a quantidade de dióxido de carbono no ambiente onde elas estavam não diminuiu a quantidade ou impediu que os bocejos acontecessem.
  • Teoria da evolução - há quem ache que o bocejo começou com nossos ancestrais, que costumavam bocejar para mostrar seus dentes e intimidar os outros. Um desdobramento dessa teoria é a idéia de que o ato de bocejar se desenvolveu nos primeiros homens como um sinal para que mudassem o que estavam fazendo.
  • Teoria do tédio - o dicionário diz que o bocejo é causado por tédio, fadiga ou sonolência. Embora tenhamos a tendência de bocejar quando estamos entediados ou cansados, esta teoria não explica o motivo pelo qual os atletas bocejam antes de uma competição. Não parece provável que eles fiquem entediados com o mundo inteiro os assistindo.
A verdade nua e crua é que, embora os seres humanos provavelmente bocejem desde que foram criados, ainda não temos a mínima idéia do motivo. Talvez sirva sim para algum propósito saudável, pois é verdade que nos faz obter mais ar e nossos corações batem mais rápido do que o normal, mas os exercícios fazem a mesma coisa. Ainda há muito que não entendemos sobre nossos próprios cérebros, o que torna possível que o bocejo seja disparado por alguma área do cérebro que ainda não descobrimos. Mas uma coisa que sabemos é que bocejar não é algo limitado ao homem. Cachorros, gatos e até peixes bocejam, o que nos leva de volta à idéia de que o bocejo é alguma forma de comunicação.
Já fizemos você bocejar? Se sim, esperamos que não tenha sido por tédio, mas pelo poder do estímulo.

Gostou? Continue lendo (clique aqui)

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Maria-vai-com-as-outras: bocejo


Matéria do HSW (como as coisas funcionam):

Você está conversando com outra pessoa e ela boceja casualmente. Enquanto você se pergunta se ela está entendiada com a conversa, percebe que também está bocejando. Um homem que está passando vê você bocejando e em seguida boceja também. Isso continua sem parar, passando de uma pessoa para a outra, em um efeito dominó. A ciência ainda está investigando exatamente o que faz você bocejar, mas esse é um fato bem conhecido e pouco estudado: o bocejo é contagioso.



man yawning
Mark Ralston/AFP/Getty Images

Os estudos apontaram que o bocejo contagioso está diretamente ligado à nossa capacidade de se conectar com os outros emocionalmente

Sabemos que muitos dos bocejos são causados por sugestão: eles são contagiosos. Você não precisa ver uma pessoa bocejando para involuntariamente bocejar também. Ouvir uma pessoa bocejando ou até mesmo ler sobre o bocejo pode causar a mesma reação. É provável que você boceje pelo menos uma vez enquanto estiver lendo este artigo.
O bocejo contagioso, porém, vai muito além da mera sugestão. Estudos recentes mostram que o fenômeno também está relacionado com nossa predisposição à empatia, à capacidade de entender e se conectar com os estados emocionais (em inglês) dos outros. Isso parece estranho, mas o fato de você ser ou não suscetível ao bocejo contagioso na verdade pode estar relacionado à quantidade de empatia que você sente pelos outros.
A empatia é uma parte importante do desenvolvimento cognitivo. Aprendemos desde cedo a nos valorizar com base na quantidade e no tipo de empatia que nossos pais demonstram. Psicólogos do desenvolvimento(em inglês) descobriram que pessoas que não foram tratadas com empatia por seus pais sofrem quando ficam mais velhas. A falta de empatia desde cedo foi apontada como uma causa do desenvolvimento de um comportamento anti-social em adultos [fonte: Montana].
Então a empatia é importante, claro, mas como é possível que ela esteja relacionada com o bocejo contagioso? Deixe que os psicólogos daUniversidade Leeds (em inglês), na Inglaterra (em inglês), respondam a essa pergunta. No estudo, os pesquisadores selecionaram 40 estudantes de psicologia e 40 estudantes de engenharia. Cada estudante teve de ficar sozinho em uma sala de espera, junto com uma assistente disfarçada que bocejava 10 vezes durante a mesma quantidade de minutos. Em seguida, os estudantes realizaram um teste de quociente emocional: foram mostradas 40 imagens de olhos (em inglês) aos estudantes, e perguntaram a eles que emoção cada olho demonstrava.
Os resultados do teste apoiaram a idéia de que o bocejo contagioso está relacionado à empatia. Os estudantes de psicologia, que na futura profissão devem se concentrar nos outros, bocejaram uma média de 5,5 vezes de maneira contagiosa na sala de espera e acertaram 28 das 40 imagens no teste emocional. Os estudantes de engenharia, que tendem a se concentrar em coisas como números e sistemas, bocejaram uma média de 1,5 vez e acertaram 25,5 das 40 imagens no teste seguinte. A diferença não parece ser muita, mas os pesquisadores a consideram significativa. De maneira curiosa, as mulheres, que em geral são consideradas mais sintonizadas emocionalmente, não tiveram uma pontuação maior que a dos homens [fonte: The Telegraph].
Esses resultados apóiam o que os neurologistas descobriram por meio das imagens do cérebro: o bocejo contagioso está associado às mesmas partes do cérebro que lidam com a empatia. Essas regiões, o lóbulo quadrado e o giro temporal posterior, estão localizadas na parte de trás do cérebro. E embora a relação entre o bocejo contagioso e a empatia tenha sido estabelecida, as explicações para isso ainda estão sendo investigadas.

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Morre Steve Jobs

Home da Apple (Foto: Reprodução)Fundador da empresa Apple, Steve Jobs, morre aos 56 anos vitima de um tipo raro de câncer pancreático.

Veja a reportagem do portal G1:

Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPad, o iPhone e o iPad.

Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"), impacto que foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.

A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg.

Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.

"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."


Homem-zeitgeist
A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.

Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo "AUTOEXEC.BAT" para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.
Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido", afirmou, em entrevista à revista "Fortune" em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que "não faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. Não gastamos um dólar com isso."

como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um "hobby", um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.

Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses - plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.

Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.

Steve Jobs anunciou que deixará cargo de presidente da Apple (Foto: Reuters)Steve Jobs durante apresentação de produto
da Apple nos EUA (Foto: Reuters)
Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado "campo de distorção da realidade" criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um "jardim fechado", incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.

Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de "tirano". Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs", afirma que, ao lado do "Steve bom", o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.

Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos -- às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.

Jobs também sempre precisou de um "nêmesis", um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.
Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters)Steve Jobs (à direita), ao lado do antigo sócio
Steve Wozniak (Foto: Kimberly White/Reuters)
Do LSD ao Mac
O sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.

"Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida", disse, em entrevista ao "New York Times". Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria "uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez". O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.

Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.

Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do "desktop" utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.

Steve Jobs (Foto: Robert Galbraith/Reuters)Steve Jobs, em uma das últimas aparições à frente a Apple (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
 Com o "Mac", enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visão de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sócio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções técnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação "de garagem" que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos após a fundação da empresa, Jobs e "Woz" apresentavam um computador que não era feito para "o restante de nós".

"Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. Não vai funcionar. As palavras mágicas especiais que você precisa aprender são coisas como 'barra Q-Z'. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, você precisa ler um livro - e um que parece um mistério complexo para a maioria das pessoas", afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.
Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no início do século e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar também o setor de computadores pessoais.

Para ele, as máquinas da IBM eram feitas "por engenheiros e para engenheiros", e havia a necessidade de criar algo para o "restante", ou, como diria a famosa campanha "Pense diferente" da Apple de 1997, um computador para "os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados".

Saída da própria empresaMas o sucesso do Mac - que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos até mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) - não evitou que Jobs acabasse demitido de sua própria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi à convite do próprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.

Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu "toque de midas". No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.

O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 2006, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.

Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters)Steve Jobs com seu sucessor no comando da
Apple, Tim Cook (Foto: Kimberly White/Reuters)
O retorno de Jobs marca o início de uma era de crescimento para a Apple incomum na história do capitalismo americano. A sequência de sucessos - alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes - inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo próprio Jobs. À revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tão aclamada criatividade - "sempre aliada ao trabalho duro", como ele mesmo enfatizou. "Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido."
Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário ímpar, que impunha uma visão holística na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratégia de vendas.

Sigilo na vida pessoal
A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional - os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita - foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.

Em 2004, Jobs fez tratamento após descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, até que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saúde. No início de 2011, novo afastamento, até que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. "Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu não fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou", afirmou, em comunicado.

A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs não tivesse contato direto com sua família biológica. Nascido em 24 de fevereiro de 1995 em San Francisco, filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.

Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.

Do pai adotivo, herdou a paixão de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve não chegou a ser um especialista em eletrônicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do Silício, conheceu Steve Wozniak, gênio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari até decidir criar, com Woz, sua própria empresa.

Em mais uma conexão com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do ícone da música Bob Dylan, talvez o maior ídolo do empresário.
Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.

domingo, 2 de outubro de 2011

>Vivo Som De Chamada

pensou que toda vez que seus amigos te ligassem eles poderiam escutar a sua musica preferida na chamada?

Pois bem, isso é possível. É um novo serviço que a vivo oferece para seus clientes. Já existe algum tempo, talvez algumas pessoas já tenham adquirido. 

Você escolhe a música e ela toca (para seus amigos, namorados, amantes, ficantes... sei lá). São centenas de música dos mais variados estilos musicais e até hinos de times de futebol.

O valor para comprar a música varia entre R$ 1,99 à R$ 3,99 ( mais uma taxa de adesão de R$ 1,00). Valido apenas para 90 dias? (Que porra essa?!)

Realmente é bem interessante apesar de caro. Eu escolhi a música "I Don't Know What To Do (Radio Single)" do cantor Tiko's Groove. Quem se interessou é só discar no celular (*2002) ou ir no site da Vivo.

E você que música escolheria?

Até a próxima!!!

>Eletrônica Vila Rica de Feliz/RS

Quem mora na metropólis de Feliz/RS(risos), sabe - ou não - que o único lugar que se consertam celular é na Eletrônica Vila Rica do Jêronimo. Na Eletrônica Zimermann e  na Eletrônica Martins eles não trabalham com celulares por isso fui obrigado a procurar o Jêronimo. - Há não ser que você seja doido suficiente de procurar assistência em cidades maiores e nunca mais ver seu lindo celular -

Só tem um problema, levei meu bélissimo celular que havia caido na privada(não tem graça) para ver qual seria o orçamento e só recebi retorno para saber quanto iria me custar o prejuizo quase dois meses depois porque insiti bastante. POXA VIDA!

Por sorte ou azar só irá me custar R$ 100,00 ou 15 horas de seviço, mas tem um porém posso retirar o meu celular na primeira semana util de outubro - segundo o Jêronimo - e eu tenho minhas dúvidas. Será?